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Biomédica suspeita de aplicar substância que matou modelo em Goiânia

Prisão da biomédica Grazielly aconteceu em flagrante e por crimes contra as relações de consumo

04/07/2024 14h49
Por: Ana Karla Neto de Souza
(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

Já está presa a biomédica Grazielly, que é suspeita de aplicar a substância que matou a modelo e influenciadora Aline em um procedimento estético no dia 23, em Goiânia.

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Grazielly foi presa em flagrante. A prisão aconteceu em flagrante e por crimes contra as relações de consumo, porque a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon) da polícia de Goiás identificou que a clínica da biomédica não tinha alvará sanitário.

A Vigilância Sanitária foi acionada e o local foi interditado. Constatou-se também que Grazielly não tinha registro profissional no Conselho Regional de Biomedicina de Goiás.

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Aline, que tinha 33 anos, fez o procedimento estético no dia 23 de junho. A família disse à polícia, que foi uma aplicação de polimetilmetacrilato (PMMA) nos glúteos. Logo depois, ela teve uma infecção generalizada. Aline sofreu com os primeiros sintomas dias depois da intervenção.

Os familiares lembram que a jovem voltou para casa, no Gama, e começou a ter febre e dor na barriga. Eles entraram em contato com a clínica, que recomendou apenas um remédio para dor de cabeça. No dia 27, a modelo desmaiou. Foi quando o marido a levou para ser analisada por um médico no hospital privado.

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A biomédica chegou a visitar a vítima no Hran, ocasião em que afirmou que não tinha aplicado o produto PMMA, mas, sim, um bioestimulador.

Acrescentou, ainda, que Aline poderia ter pegado uma infecção no lençol de casa, versão desmentida pela família.

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