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Motorista de carro de luxo estava alcoolizado e em alta velocidade quando matou vigilante

Clenilton Lemes foi atropelado e morto no dia 9 de junho

11/07/2024 12h37 Atualizada há 2 semanas
Por: Ana Karla Neto de Souza
(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

O motorista que, no dia 9 de junho, atropelou e matou o segurança Clenilton Lemes Correia, 38, na GO-020, em Goiânia, estava embriagado e dirigia em alta velocidade no momento do acidente. Foi o que concluiu a Polícia Civil de Goiás (PCGO).

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O carro de luxo dirigido por Antônio Scelzi Netto, 25 anos, arrastou a vítima por mais de 200 metros. Clenilton Lemes estava a caminho do trabalho quando foi morto. Stoffel disse em entrevista coletiva que Antônio Scelzi foi acusado de homicídio culposo e de dirigir veículo híbrido. A defesa do motorista negou que ele tivesse bebido antes do acidente.

Questionado sobre a informação dada pelo delegado de que o homem que derrubou e matou o segurança estava sob efeito de álcool, o advogado Luiz Inácio Medeiros disse em junho que foi um erro. Antônio foi preso horas depois do crime, mas passou por audiência de detenção no dia 11 de junho e foi liberado.

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Apesar disso, o sócio de uma empresa de combustíveis deverá cumprir determinadas restrições e obrigações, tais como: acompanhar todos os atos processuais para os quais foi chamado; mantenha sempre seu endereço residencial atualizado junto ao Tribunal; ficar em casa depois das 21h durante a semana e ficar em casa o dia todo aos sábados, domingos e feriados.

O acidente aconteceu no dia 9 de junho, por volta das 05h40, na GO-020, em Alphaville Flamboyant. A placa do carro de Antônio, um Mercedes-Benz avaliado em cerca de US$ 150 mil, caiu e parou na rodovia. As placas da motocicleta de Clenilton estavam afixadas no para-choque do carro. Após matar o motociclista, Antônio Scelzi saiu sem ajuda.

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O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) prestou socorro, mas Clenilton não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Antes de fugir do local, Antônio foi abordado pela polícia e se recusou a fazer o teste do bafômetro. A polícia encontrou o empresário escondido em um armazém.

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