AComissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativaaprovou, na manhã desta quarta-feira (29), a indicação deDiana de Almeida Ramosao cargo deprocuradora-geral do Distrito Federal. Subprocuradora-geral do DF, ela recebeu parecer favorável do relator na CCJ, deputadoThiago Manzoni (PL). O parecer foi seguido pelos deputadosChico Vigilante (PT),Martins Machado (Republicanos),Fábio Félix (PSOL)eIolando (MDB),em votação unânime. A aprovação do nome ainda depende de aprovação pelo Plenário da Casa.
Durante a sabatina promovida pela CCJ, Diana de Almeida enfatizou disposição ao diálogo institucional. “Eu trabalho de portas abertas, eu gosto de dialogar. Quero ouvir os tribunais, a Câmara Legislativa. O diálogo e a consensualidade são as respostas para este momento. Todos têm algo a contribuir”, garantiu. A subprocuradora-geral também garantiu que vai trabalhar em prol da legislação aprovada pela CLDF. “Vamos, acima de tudo, defender toda lei que for aprovada por aqueles que representam o povo do Distrito Federal. A princípio, o critério a ser usado pela procuradoria será esse. A nossa premissa será defender a legislação aprovada pela CLDF”, afirmou.
Questionada sobre a atuação da Procuradoria-Geral, Diana de Almeida se comprometeu a atuar em defesa do Distrito Federal, e não somente em defesa de governos. “A procuradoria representa o Distrito Federal. Tenho uma equipe muito preparada, formada por pessoas que foram aprovadas em concursos muito disputados e que estão aqui para defender o Distrito Federal. Nós defendemos, em primeiro lugar, o interesse público”, garantiu. A subprocuradora-geral também comentou casos de pacientes que ganharam processos na Justiça para garantir tratamento médico pela Secretaria de Saúde. “A verdade é que há uma judicialização extrema na saúde. A procuradoria vive essa dualidade. Precisamos defender o DF porque a ação foi contra o DF. Mas em determinados casos evitamos debater e até mesmo nos abstemos de contestar”, observou.
Diana de Almeida também foi questionada a respeito da atuação da Procuradoria-Geral do Distrito Federal no caso envolvendo a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB. “Não cabe à procuradoria fazer uma análise meritória da política que o DF vai adotar para tratar o caso do BRB. Nos cabe buscar o caminho mais exequível para o DF. A legislação foi enviada pelo governo e aprovada pela CLDF. Nos cabe observar essa legislação. A procuradoria nunca emitiu parecer sobre a transação, o que foi emitido foi um despacho dizendo que não havia elementos suficientes para uma conclusão”, ressaltou.
Eder Wen - Agência CLDF
Sessão Solene Secretário de Segurança Pública receberá título de Cidadão Honorário de Brasília
Goiás “Nenhuma facção criminosa controla um palmo sequer do nosso território”, afirma Daniel Vilela em Anápolis
Goiás Moradores de Bom Jardim e Piranhas são beneficiados com escrituras de casas a custo zero
Goiás Nesta segunda-feira tem entrega de escrituras de casas a custo zero em Faina
Goiás Inteligência Artificial em Goiás ajuda a esclarecer mais de 3 mil crimes
Gestão Pública CLDF aprova crédito orçamentário para Fundo de Assistência Social do DF
Agenda Rally de 140 km percorre região do Rio Corumbá e cidades do interior de Goiás
Automotivos Jaecoo 5 chega por R$ 154.990 e entrega 224 cavalos
PET Tutores levam dúvidas sobre cães e gatos à inteligência artificial
Lorena Lázaro Do Centro-Oeste para Milão: Emmanuele Louza, única brasileira do Vogue 100, prestigia o Vogue World